domingo, 17 de janeiro de 2010

Velho sábio


No curto passo de um velho sábio
Sábios passos que ele dá
Surgem harmonias de uma vida já gasta
Jeito único de contar
As histórias dos amores
Das canções de meia noite
O velho esquece o mundo para me falar
Sobre o que agora está errado
E que já não adiantaria mais mudar

Porém satisfeito, o velho ri por poder me ajudar
E segurando minha mão me dá conselhos como um pai
Meus olhos se enchem de lagrimas
Contudo sei que o devo escutar

Ele me acalma com sua fala branda
Enche-me de paz!
E vai indo em borá aos poucos
Tirando a culpa que nos persegue
Aliviando a alma
O velho sempre surge pra te escutar

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